Como Minimizar o Impacto Financeiro do Coronavírus
do Coronavírus

Com a proliferação do Coronavírus (COVID-19). Medidas de prevenção e combate a essa pandemia incluem desde o cancelamento das aulas, não circulação de transportes públicos e restrição à eventos e shows até o isolamento e quarentena de casos suspeito e/ou confirmados.

O setor da saúde busca evitar o colapso, que poderia colocar em risco milhares e vidas, porém tudo isso impacta diretamente em um outro setor muito importante da sociedade: a economia.

Em linhas gerais, existem dois grandes motivos para a queda nas transações financeiras, sejam elas de compra, venda, contração de serviços, trocas ou investimentos: as restrições de mobilidade e a incerteza do futuro.

O primeiro deles, referente as restrições de mobilidade, basicamente retira a população das ruas, a fim de evitar aglomerações ou mesmo a possibilidade do contato de infectados com outros grupos, retardando assim a disseminação do vírus. Dessa forma, quando outras pessoas estiverem contraindo o vírus, as primeiras já estarão reabilitadas, tendo desocupado então os leitos de hospital.

Essa medida reduz o fluxo de pessoas em lugares públicos movimentados, como shoppings, centros comerciais, bares, restaurantes, entre outros ambientes habitualmente muito frequentados. 

Menos fluxo de pessoas, menos consumo, e assim temos o nosso primeiro grande impacto na economia.

As pessoas deixam de gastar ou consumir, simplesmente por não estarem mais em contato com as oportunidades corriqueiras.

Já com relação ao segundo motivo, das incertezas sobre o futuro, entra em cena um fator psicológico que leva ao seguinte pensamento: 

“não posso gastar agora, pois não sei se vou permanecer no meu emprego” ou “preciso deixar este dinheiro para uma emergência”.

Este subterfúgio instintivo que ocorre através do gatilho do medo, nada mais nada menos que atua como a causa para que o pensamento premonitório ganhe vida e aconteça.

Quando decidimos não gastar, as empresas que eu costumava comprar vendem menos (ou sequer vendem), por consequência passam a consumir menos e não comprar matéria prima, 

estagnando o setor de atacado, que reduzirá a produção, impactando na parte de transportes, que dispensarão prestadores de serviço, trazendo todo esse impacto em escala de volta para nós, que estagnamos nossa atuação econômica.

Diante de um cenário de estagnação global será difícil se manter imune aos efeitos macroeconômicos, mas este também pode ser o impulso que faltava para que as empresas mergulhassem  de cabeça nas soluções digitais, como vanda online, delivery e bancos online!

Outro ponto que vale ressaltar é FOCAR NA ECONOMIA DO PEQUENO, da quitanda do bairro, na mercearia da esquina, no hamburguer perto da sua casa, deixando de lado, mesmo que por pouco tempo o foco nas grandes emprersas, mercados e atacadistas, esses tem lastro e conseguem sobreviver bem as crises. Ajude as empresas que realmente precisam continuar existindo.

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